Siri




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Siri

Siri (Rio de Janeiro, 1974) é um multi-instrumentista que constrói seu discurso através de performances e arte sonora. Percussionista por formação, em 1999/2000 graduou-se como baterista pela Los Angeles Music Academy e aprofundou seus estudos de percussão indiana e africana na Sangeet World Music School (Pasadena/CA). Em carreira solo desde 2004, lançou 3 CDs autorais e ganhou o Prêmio da Música Brasileira em 2010. A partir de 2007 adentrou no universo das artes plásticas sem abandonar elementos constitutivos de sua experiência musical. A exposição Distorções (Casa França Brasil, RJ, 2011) por exemplo, é uma instalação sonora composta por diversas esculturas que podem ser reorganizadas e substituídas por outras peças em um processo análogo à dinâmica de alternância de membros em uma orquestra. Conhecido por apresentar um Fusca como instrumento tocando sua lataria e motor, em outras instalações/performances, Siri substitui a pele de tambores e o som de instrumentos de sopro como tubas e trompetes condenados pela idade, por alto-falantes. A partir daí, em um processo que propõe ressuscitar os instrumentos, o artista faz composições únicas para cada peça, criando assim, uma base sonora para suas performances. Foi selecionado para os projetos Rumos Itaú Cultural 2005/2006 e Programa Petrobrás Cultural 2007/2008. Participou do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica – FILE (São Paulo, SP/2007), VERBO – Galeria Vermelho (São Paulo, SP/ 2007), XVII Bienal de Música Contemporânea (RJ). Apresentou seu trabalho na Portikus (Frankfurt / 2013), NBK-Gallery (Berlin, 2013), V22 (Londres / 2012) e Victoria and Albert Museum (Londres 2012), Centro Cultural Helio Oiticica (Rio de Janeiro, RJ / 2012), entre outros. Realizou residências artísticas no BAC (BatterseaArt Center), parte do projeto Olímpico - Rio London Ocupation (Londres, GB / 2012) e Cité International des Arts (Paris, FR / 2013). Em 2015, juntamente com o lançamento de seu novo álbum experimental “Je ma pele Siri”, realizou com grande êxito sua primeira individual em SP, na galeria Mezanino.